Lei da Mordaça: reação ao movimento rebelde da juventude

Pedro Henrique Corrêa

espA proposta de supressão da liberdade de expressão na sala de aula chamada “Lei da Mordaça” mostra como, quando necessário, o Estado vai agir mesmo que isso signifique tirar sua máscara de “democrático”. Contanto que atinja seu objetivo de preservação da ordem social, não evitará medidas repressivas.

Movimento estudantil: horizontal ou vertical?

Clítia Daniel e Bruna dos Reis

usp1O movimento estudantil brasileiro já travou importantes batalhas. Foi a partir de grêmios, DCE’s e da UNE (União Nacional dos Estudantes) que milhares de jovens lutaram contra a Ditadura Militar, ocuparam as ruas nas “Diretas Já”, no “Fora Collor” e na defesa da educação pública. No entanto, desde meados dos anos 90, essas entidades históricas não têm mais mobilizado grandes massas de estudantes.

Liberdade e Luta participa do lançamento da Frente Nacional contra o projeto Escola Sem Partido

Liberdade e Luta

esprj1No dia 14 de julho a Liberdade e Luta esteve presente no lançamento da Frente Nacional contra o projeto Escola Sem Partido, que ocorreu no Rio de janeiro.

O salão nobre da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) estava lotado com pessoas de vários partes do Brasil, das mais diferentes organizações políticas.

Juventude de Ceilândia (DF) em luta pela consciência crítica!

Liberdade e Luta - Distrito Federal

df1A Deputada Distrital Sandra Faraj (Partido Solidariedade), presidente da reacionária “Frente Parlamentar pelo Direito da Família”, encaminhou Ofício ao Centro Educacional 6 de Ceilândia exigindo explicações acerca da aplicação de trabalho escolar a alunos do 2º Ano do Ensino Médio feita pelo professor Deneir, abordando temas como homofobia e questões de gênero. A intenção aqui é levantar o que está nas entrelinhas do ofício da deputada distrital.

Pelo fim do assassinato dos negros!

Felipe Araujo*

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Não é só no Brasil que os negros são assassinados pela polícia. Nos EUA o racismo e a violência policial também são recorrentes. Na semana passada, mais um trabalhador negro foi morto pela polícia na frente de sua família. Sua esposa fez um vídeo do momento da ação e publicou na internet. Isso gerou revolta em milhares de pessoas, que foram às ruas por vários dias seguidos,  pedir o fim do racismo e dos assassinatos policiais.

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