Luta contra a Lei da Mordaça na Câmara de Joinville/SC

Kályta Morgana

leimordA Liberdade e Luta, junto com professores, estudantes e líderes de movimentos sociais, lotaram nessa terça-feira (7/6) a Câmara de Vereadores de Joinville, que discutia a Lei da Mordaça, proposta no município pela vereadora Pastora Leia, sob o número 221/2014.

Sabemos que esse projeto fere a liberdade de ensino, aprendizagem e expressão no ambiente escolar, trazendo conceitos etéreos como a “neutralidade política, ideológica e religiosa” e determinando que os estudantes recebam a educação moral que esteja de acordo com as convicções de seus pais. Ele ainda proíbe a divulgação de manifestações, atos públicos e passeatas em sala de aula. Na prática, limita a liberdade de escolha dos professores daquela que consideram a melhor abordagem sobre determinado tema, prejudica a socialização de importantes conhecimentos acumulados pela humanidade, bem como a organização estudantil e sindical.

Giro secundarista é realizado em Joinville/SC

Mayara Colzani

pbjlleO estudante Pablo Bailoni, militante da Liberdade e Luta e estudante secundarista em Santos/SP, participou de um giro secundarista em Joinville/SC. A atividade “Lições das Escolas Ocupadas em São Paulo” reuniu vários estudantes de diversas escolas da cidade onde o Pablo além de falar de como foi sua experiência nas ocupações da baixada santista, trouxe uma análise sobre a atuação truculenta da Polícia Militar e das direções de escolas diante da luta dos estudantes secundaristas.

Lutar contra os ataques! Fora Temer e o Congresso Nacional!

Liberdade e Luta
llpaulista

No dia 11 de maio de 2016, o Brasil assistiu um "novo governo" emergir na situação política, um governo direto da burguesia e com objetivo de atacar mais profundamente o povo e a juventude.

Depois de ter assistido o circo de horrores da escória política burguesa no dia 17 de abril aprovando o impeachment, todos que se posicionaram contra esse processo sentem-se autorizados a derrubar esse governo ilegítimo. Isso inspira resistência. 

Nenhuma mulher merece ser estuprada! Chega de assédio e violência contra a mulher!

Evelyn Gonzalez

mUma garota de apenas 16 anos é brutalmente estuprada por pelo menos 33 homens em uma comunidade da Zona Oeste do Rio de Janeiro.  

Na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Isadora, jovem universitária, foi vítima de um dos diversos estupros que ocorreram nesta mesma faculdade e cometeu suicídio por não suportar a dor psicológica.

Estes são apenas alguns casos bárbaros que ocorrem diariamente, onde a cada 11 minutos uma mulher no Brasil é estuprada segundo dados oficiais.

Nota de apoio à ocupação da UNESP de Assis

Liberdade e Luta

unassisA Liberdade e Luta se solidariza com a luta dos estudantes que se colocam em movimento em defesa de uma educação pública, gratuita e para todos. Os companheiros da greve com ocupação da UNESP de Assis, desde o dia 20/5,  pautam sérias questões sobre a melhoria das condições de estudo, tais como, permanência (moradia e restaurante universitário), contra a precarização do ensino, pela continuidade do PIBID, por contratação de professores e contra os cortes de repasse de verbas às universidades paulistas. 

Nós entendemos que a luta pelas pautas imediatas estão conectadas com a real transformação da nossa sociedade em uma sociedade livre da exploração capitalista, que é a principal trava para uma educação realmente emancipadora, pública, gratuita e para todos. 

Greve Geral do estudantes da Unesp Araraquara e ocupação na ETEC de São Carlos

Maurício Miotti

araraocuApós dois dias de paralisação aprovados em Assembleia estudantil, ocorrida no dia 17 de maio, os estudantes da Unesp Araraquara aprovaram em nova Assembleia, realizada em 19 de maio, greve geral dos estudantes.

Ao mesmo tempo em que ocorre a greve no campus da Unesp em Araraquara, alunos ocupam a ETEC de São Carlos na madrugada do dia 23 de maio.

Crítica do filme Capitão América: Guerra Civil

Pedro Henrique

cwEscrevo essa análise do filme Capitão América: Guerra Civil, do lugar de alguém que não acompanha os acontecimentos dos últimos filmes da Marvel e tão pouco leu os quadrinhos. Escrevo de um posicionamento leigo quanto às tramas construídas entre os diversos heróis nos outros filmes, logo, imprecisões no âmbito pessoal dos personagens são não só possíveis, quanto prováveis. A análise aqui feita tem como base única e exclusivamente o filme, sem qualquer referência à outra história ligada aos personagens. Sem dúvida ela extrapolará um resumo do filme, e ela não se pretende a isso, mas buscará uma visão crítica dos elementos ideológicos que acenam nos discursos dentro das cenas.

O filme inicia em um cenário catastrófico de guerra generalizada entre poderosas forças alheias e praticamente incontroláveis aos governos em torno do mundo. Sem conseguir não pensar nos X-Men, algo parecido com essa série de filmes acontece no roteiro: os super-humanos tornaram-se uma ameaça à paz mundial quando passaram a formar exércitos particulares ou milícias privadas com interesses variados que se chocam. Não há clareza na fundamentação da guerra civil, ou pelo menos a justificativa por empregar tal classificação, apesar de termos algumas pistas sobre.

A outra cara do Estado democrático de direito

Liberdade e Luta

imgNa segunda-feira, 16 de maio, três escolas do Méier, bairro do Rio de Janeiro, foram invadidas pelo movimento Desocupa. A ação foi realizada com estrema violência física e verbal. Seus agentes invadiram as escolas agredindo alunos e alunas da rede estadual de ensino, que há mais de um mês sustentam as seguintes reivindicações: eleições diretas para a direção, constituição de grêmio escolhido pelos próprios estudantes e reparações na infraestrutura – que incluem desde a aclimatação das salas até a obtenção de material didático e paradidático imprescindíveis para sua formação.

Pablo Bailoni reintegrado: vitória dos estudantes da E.E Azevedo Junior!

Mayara Colzani
pab

Depois de muita luta, o estudante Pablo Bailoni teve sua reintegração garantida na E.E. Azevedo Junior. A secretaria havia negado a reintegração do estudante, mas ele ganhou uma liminar que garantia a sua permanência. Porém, a direção não deixou o estudante voltar para a escola, alegando que não tinha recebido nada “oficial”. No dia 25 de abril, saiu no diário oficial. Contudo, a direção que havia se comprometido a avisar para o estudante retornar para a escola não o fez. Pablo só ficou sabendo no dia 2 de maio. Após isso, ele voltou para a escola imediatamente e, agora, está correndo atrás da matéria perdida por culpa do autoritarismo da direção e da secretaria de ensino de Santos.

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