Câmara de Joinville volta a discutir Lei da Mordaça

Francine Hellmann

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O projeto de lei 221/2014, que institui no município o Programa Escola Sem Partido e é chamado nacionalmente de Lei da Mordaça, voltou a ser discutido nessa terça-feira (9/8), na Câmara de Vereadores de Joinville e contou com a presença de dezenas de estudantes, professores, representantes de movimentos sociais e de entidades sindicais.

Liberdade e Luta compõe Frente contra a Lei da Mordaça em Campo Grande - MS

Mell Pecóis

mellDesde o mês de abril, diversas organizações passaram a se reunir para lutar contra o PL 8.242, aprovadoa em regime de urgência na câmara dos vereadores. Graças a essa organização, conseguimos barrar o projeto, inicialmente pressionando o prefeito a vetar e depois, na câmara dos vereadores, mobilizando diversas forças, inclusive vereadores, contra a Lei da Mordaça. O veto do prefeito foi mantido, e o projeto não poderá ser apresentado novamente até o ano que vem. 

Fora Temer e o Congresso Nacional! Pela revolução! Pelo Socialismo!

Liberdade e Luta
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Estamos perto da "festa das Olimpíadas", mas não temos o que comemorar. Dos R$ 39 bilhões gastos com os jogos, R$ 24 bi deverá ser o "legado", obras que seriam utilizadas após o evento. Porém, elas começam a apresentar problemas antes mesmo do início dos jogos olímpicos.

Lei da Mordaça: reação ao movimento rebelde da juventude

Pedro Henrique Corrêa

espA proposta de supressão da liberdade de expressão na sala de aula chamada “Lei da Mordaça” mostra como, quando necessário, o Estado vai agir mesmo que isso signifique tirar sua máscara de “democrático”. Contanto que atinja seu objetivo de preservação da ordem social, não evitará medidas repressivas.

Movimento estudantil: horizontal ou vertical?

Clítia Daniel e Bruna dos Reis

usp1O movimento estudantil brasileiro já travou importantes batalhas. Foi a partir de grêmios, DCE’s e da UNE (União Nacional dos Estudantes) que milhares de jovens lutaram contra a Ditadura Militar, ocuparam as ruas nas “Diretas Já”, no “Fora Collor” e na defesa da educação pública. No entanto, desde meados dos anos 90, essas entidades históricas não têm mais mobilizado grandes massas de estudantes.

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