cinema

O Jovem Karl Marx – Crítica

João Diego
engels&marx

Até o presente momento nenhuma distribuidora teve interesse em lançar O Jovem Karl Marx nos cinemas. Então, ao cair na internet vários militantes e simpatizantes da obra do pensador alemão começaram a compartilhá-lo. É triste não podermos assisti-lo em tela grande. Faltou, talvez, uma visão de mercado aos distribuidores, afinal a situação atual do país provocaria uma propaganda espontânea do filme.

Nostalgia da Luz – Crítica

João Diego
chile

O documentário dirigido e escrito pelo chileno Patrício Guzmán impressiona por alinhar a astronomia e arqueologia com a ditadura no Chile (1973-1990). Essa “mistura” poderia parecer forçada, mas não é. O cineasta consegue construir poesia com as estrelas, constelações e os corpos dos desaparecidos durante o regime militar chileno.

Okja – Crítica

João Diego
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Produzido exclusivamente para o Netflix e lançando oficialmente no festival de Cannes em 2017, o filme escrito e dirigido pelo cineasta sul-coreano Bong Joo Hoo foi Alvo de uma grande polêmica. Os produtores não tinham pretensões de lançá-lo nos cinemas, então muitos começaram a questionar a presença de obras assim em Cannes.

Deus Branco - crítica

João Diego Leite

dbO que nos atrai em filmes sobre animais é o comportamento humano. Quando assistimos a um longa-metragem com cachorro, o que nos intriga, é como este personagem consegue resolver problemas humanos. Vemos nele uma capacidade de raciocínio e emoções que o tornam mais próximo ao homem e menos “animal”.

Liberdade e Luta organiza Cine Debate em Florianópolis - SC

Liberdade e Luta - Florianópolis

twallNo dia 31/08, a Liberdade e Luta organizou um Cine Debate com o filme Pink Floyd The Wall (1982). A atividade reuniu estudantes de diferentes áreas – humanas, biológicas, saúde – que tiveram a oportunidade de se inspirar com uma importante e contraventora obra e em seguida realizar um debate sobre as questões que afligem os estudantes e os trabalhadores nos dias atuais.

Crítica do filme Capitão América: Guerra Civil

Pedro Henrique

cwEscrevo essa análise do filme Capitão América: Guerra Civil, do lugar de alguém que não acompanha os acontecimentos dos últimos filmes da Marvel e tão pouco leu os quadrinhos. Escrevo de um posicionamento leigo quanto às tramas construídas entre os diversos heróis nos outros filmes, logo, imprecisões no âmbito pessoal dos personagens são não só possíveis, quanto prováveis. A análise aqui feita tem como base única e exclusivamente o filme, sem qualquer referência à outra história ligada aos personagens. Sem dúvida ela extrapolará um resumo do filme, e ela não se pretende a isso, mas buscará uma visão crítica dos elementos ideológicos que acenam nos discursos dentro das cenas.

O filme inicia em um cenário catastrófico de guerra generalizada entre poderosas forças alheias e praticamente incontroláveis aos governos em torno do mundo. Sem conseguir não pensar nos X-Men, algo parecido com essa série de filmes acontece no roteiro: os super-humanos tornaram-se uma ameaça à paz mundial quando passaram a formar exércitos particulares ou milícias privadas com interesses variados que se chocam. Não há clareza na fundamentação da guerra civil, ou pelo menos a justificativa por empregar tal classificação, apesar de termos algumas pistas sobre.

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