capitalismo

Uma realidade que só vemos depois que abrimos nossa mente

Bruna Souza
chaplin

O texto que publicamos aqui é um relato que ilustra bem a frase: “A juventude é a primeira corda a vibrar ao som da revolução”. Bruna tem 16 anos, é uma estudante do primeiro ano de uma escola pública de ensino médio. Acaba de despertar para a luta política, depois de episódios de violência policial que aconteceram em seu bairro, na periferia de Joinville, SC.

Para que as mulheres sírias não morram em silêncio

Larissa Vicentini*

siriaEu li uma notícia que me embrulhou o estômago no almoço. As lágrimas vieram silenciosas. Tem mulheres e meninas morrendo. Em algum lugar do mundo que está declaradamente em guerra. Famílias pedindo permissão a seus líderes religiosos para que elas tenham a chance de se matar antes que o exército inimigo chegue. Uma bola se formou na minha garganta e senti meu humor adoecer. Engoli seco.

Pelo fim do assassinato dos negros!

Felipe Araujo*

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Não é só no Brasil que os negros são assassinados pela polícia. Nos EUA o racismo e a violência policial também são recorrentes. Na semana passada, mais um trabalhador negro foi morto pela polícia na frente de sua família. Sua esposa fez um vídeo do momento da ação e publicou na internet. Isso gerou revolta em milhares de pessoas, que foram às ruas por vários dias seguidos,  pedir o fim do racismo e dos assassinatos policiais.

Violência contra mulher: um mal a ser combatido na sociedade

Liberdade e Luta – Núcleo Itatiba/SP

mulherCamila Daiane Naves, uma jovem de 17 anos lembrada pelos amigos como uma pessoa gentil e sorridente, teve sua vida interrompida pelo ex-namorado, um rapaz de 20 anos. O crime aconteceu  no dia 06 de junho, em Itatiba-SP e chocou todos os habitantes da cidade. 

O suspeito, que estava foragido, se entregou para polícia no dia 8. Em seu depoimento, o jovem disse que havia cometido o crime porque não se conformou com o fim do namoro. No laudo do IML, a causa da morte se confirma como estrangulamento e traumatismo craniano. A família do rapaz disse que ele teria ficado seis dias, antes de cometer o crime, trancado no quarto. Declaram que andava estranho nos últimos dias.  Na página do Facebook do jovem, há alguns posts ofensivos às mulheres.

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