escolas ocupadas

A unidade e a organização secundaristas com o movimento de ocupações

João Diego

secundaristasocupaAs medidas propostas pelo governo Michel Temer, como a PEC 55 e a Reforma do Ensino Médio, foram as grandes impulsionadoras do movimento de ocupações no Paraná. O pacote de maldades de Temer explodiu a revolta e a indignação de muitos secundaristas no estado. Ao todo, mais de 800 colégios estaduais foram ocupados, o maior movimento de ocupações do país.

Onda de ocupações contra a Reforma do Ensino e a PEC 241

Evandro Colzani
ocuaanalise

As primeiras manifestações contra a MP 746, da Reforma do Ensino Médio, começaram a partir do dia 26 de setembro, três dias após publicação da medida no Diário Oficial da União. O movimento enfrenta sérios ataques do governo e de organizações de direita, possui uma fragilidade por conta da ausência de uma direção clara e coordenada, mas para vencer essas dificuldades precisa ir além das ocupações: organizar uma greve nacional da educação.

Assembleia dos estudantes dos colégios ocupados do Paraná: A luta contra os governos e a burocracia estudantil continua

Liberdade e Luta - Curitiba
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Os secundaristas reunidos em assembleia dia 26 de outubro, na escola Professor José Loureiro, em Curitiba, optaram por não recuar, mesmo sofrendo perseguições e ameaças. Com mais de 600 estudantes representando colégios do estado todo, os “ocupa” decidiram continuar na luta contra a nefasta Reforma do Ensino Médio e a PEC 241 do governo Michel Temer.

Governo do Paraná utiliza morte de estudante para atacar as ocupações de escolas

Evandro Colzani

estudanteprNa tarde de segunda-feira (24/10), o estudante Lucas Eduardo Araújo Mota, de 16 anos,  morreu tragicamente no Colégio Estadual Santa Felicidade, do Paraná. O desentendimento entre Lucas e um colega, após suposto uso de drogas, acabou no infeliz assassinato do jovem.  

Ocupações nas escolas: evidência de uma juventude radicalizada

Liberdade e Luta - Rio Grande do Sul

rs1Uma série de mudanças na conjuntura política do país vem dando forma ao sentimento de insatisfação generalizado agravado pela crise capitalista mundial. O que vimos depois das jornadas de junho de 2013, principalmente com a juventude trabalhadora, foi um salto de consciência e uma necessidade de radicalização para exigir que suas vozes sejam ouvidas.

Vitória dos secundaristas do Rio Grande do Sul

Bruna Reis

escrsForam 200 escolas ocupadas no estado. Nessa guerra de forças entre estudantes e Sartori, a juventude hoje sai vitoriosa. Mesmo com a forte repressão do governo, por meio das Brigadas Militares, na ocupação da Assembleia Legislativa, os estudantes se mantiveram firmes na luta e arrancaram um compromisso: o projeto que queria privatizar a educação pública não será mais votado esse ano, as escolas vão receber verbas para obras, merenda e professores.

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