educação

Para barrar os ataques: Greve Nacional na Educação

Gabriel Pinho

foratGarantir educação pública, gratuita e para todos nunca fez parte dos planos da burguesia. Em verdade, foi justamente o contrário que vimos no decorrer das últimas décadas. Privatização e terceirização dos serviços públicos estão na ordem do dia, e uma das consequências, é o amplo processo de precarização e desmantelamento do ensino superior público.

É preciso nacionalizar a luta contra a MP 746 e PEC 241

Renato Vivan

ocupaprSão 735 Colégios, 11 Universidades e 03 núcleos regionais de educação ocupados no Paraná. Os números não param de crescer. A luta travada pelos estudantes secundaristas e, agora também universitários, é extraordinária. Esse movimento extremamente vigoroso contra a MP 746 (Reforma do Ensino Médio) e a PEC 241 (Congelamento do investimento público por 20 anos) colocou o governo Beto Richa na parede.

Reforma do Ensino: O fim da escola pública, gratuita e para todos

Maritania Camargo e Evandro Colzani
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Lançada oficialmente no dia 23 de setembro, a Reforma do Ensino Médio (MP 746/2016) do "governo" Temer é o ataque mais duro que a educação básica sofreu na história da escola pública, gratuita e para todos, a escola republicana, no Brasil. A proposta fere os princípios da igualdade de direitos, apresentados ao mundo após a Revolução Francesa de 1789, e retrocede ao final do século XIX.

Reforma do Ensino Médio: A educação brasileira em perigo

Maritania Camargo

reforensmedEstá anunciado para esta quinta-feira (22/09), às 15h, a Medida Provisória (MP) do governo Temer que reformula o Ensino Médio.  A proposta pretende flexibilizar a grade curricular, ou seja, parte das disciplinas não serão mais obrigatórias. Um ataque brutal na Educação pública, gratuita e para todos, pois cerceará a obtenção de conhecimento de milhares de jovens. 

Ocupações nas escolas: evidência de uma juventude radicalizada

Liberdade e Luta - Rio Grande do Sul

rs1Uma série de mudanças na conjuntura política do país vem dando forma ao sentimento de insatisfação generalizado agravado pela crise capitalista mundial. O que vimos depois das jornadas de junho de 2013, principalmente com a juventude trabalhadora, foi um salto de consciência e uma necessidade de radicalização para exigir que suas vozes sejam ouvidas.

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