educação

É preciso nacionalizar a luta contra a MP 746 e PEC 241

Renato Vivan

ocupaprSão 735 Colégios, 11 Universidades e 03 núcleos regionais de educação ocupados no Paraná. Os números não param de crescer. A luta travada pelos estudantes secundaristas e, agora também universitários, é extraordinária. Esse movimento extremamente vigoroso contra a MP 746 (Reforma do Ensino Médio) e a PEC 241 (Congelamento do investimento público por 20 anos) colocou o governo Beto Richa na parede.

Reforma do Ensino: O fim da escola pública, gratuita e para todos

Maritania Camargo e Evandro Colzani
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Lançada oficialmente no dia 23 de setembro, a Reforma do Ensino Médio (MP 746/2016) do "governo" Temer é o ataque mais duro que a educação básica sofreu na história da escola pública, gratuita e para todos, a escola republicana, no Brasil. A proposta fere os princípios da igualdade de direitos, apresentados ao mundo após a Revolução Francesa de 1789, e retrocede ao final do século XIX.

Reforma do Ensino Médio: A educação brasileira em perigo

Maritania Camargo

reforensmedEstá anunciado para esta quinta-feira (22/09), às 15h, a Medida Provisória (MP) do governo Temer que reformula o Ensino Médio.  A proposta pretende flexibilizar a grade curricular, ou seja, parte das disciplinas não serão mais obrigatórias. Um ataque brutal na Educação pública, gratuita e para todos, pois cerceará a obtenção de conhecimento de milhares de jovens. 

Ocupações nas escolas: evidência de uma juventude radicalizada

Liberdade e Luta - Rio Grande do Sul

rs1Uma série de mudanças na conjuntura política do país vem dando forma ao sentimento de insatisfação generalizado agravado pela crise capitalista mundial. O que vimos depois das jornadas de junho de 2013, principalmente com a juventude trabalhadora, foi um salto de consciência e uma necessidade de radicalização para exigir que suas vozes sejam ouvidas.

Luta contra a Lei da Mordaça na Câmara de Joinville/SC

Kályta Morgana

leimordA Liberdade e Luta, junto com professores, estudantes e líderes de movimentos sociais, lotaram nessa terça-feira (7/6) a Câmara de Vereadores de Joinville, que discutia a Lei da Mordaça, proposta no município pela vereadora Pastora Leia, sob o número 221/2014.

Sabemos que esse projeto fere a liberdade de ensino, aprendizagem e expressão no ambiente escolar, trazendo conceitos etéreos como a “neutralidade política, ideológica e religiosa” e determinando que os estudantes recebam a educação moral que esteja de acordo com as convicções de seus pais. Ele ainda proíbe a divulgação de manifestações, atos públicos e passeatas em sala de aula. Na prática, limita a liberdade de escolha dos professores daquela que consideram a melhor abordagem sobre determinado tema, prejudica a socialização de importantes conhecimentos acumulados pela humanidade, bem como a organização estudantil e sindical.

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